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fevereiro 17, 2006

DROGA

detesto blog copy&paste, mas o ímpeto do ctrl-v mais uma vez me derrotou. Foi o _________ quem me apresentou o soneto. Quero dar crédito a ele pela descoberta mas ao mesmo tempo não sei se ele quer. Fica com lacuna até sabermos.

A Xeroxona

Bruno Tolentino


A bela Espinozona é mesmo um ás!
Filha da Maria Antônia, e sumidade
de que a USP garante a idoneidade,
se bem me lembra há pouco tempo atrás

era ainda uma vulva tão voraz
que deglutia os mestres à vontade,
chegou a fazer seu mais da metade
de um livro do Leffort - o que aliás

assustou o Merquior... Essa araruta,
que a fim de ter seu dia de mingau,
chupa o trabalho alheio pelo pau,

pode até ser o que ninguém disputa
- a Vênus que dá tudo pela luta -
mas xerox em xereca é genial!


Apesar de " pouco tempo atrás" e ter aliterado vulva com voraz, é genial. Vulva voraz não tem tanto problema, nem mingau com pau, eu mesmo gosto de vulva da viúva e outras cruzesouzices. Já mingau com pau, não, não gosto; quer dizer, só gosto da rima que é de uma brutalidade inesperada. Mas, well, nem importa se a vulva é voraz, o há anos atrás, o mingau com pau, se tudo isso é legal e cada verso é veraz.

Postado por Marcelo Rota em fevereiro 17, 2006 1:02 AM | o colecionador

Comentários

Que todo o crédito fique com o Tolentino.

E com a Marilena. Ou o Leffort, sei lá. :-)

Postado por: _________ em fevereiro 17, 2006 7:06 AM

Pois é. Tenho aula com a Xeroxona daqui a duas semanas. Até acho legal, sabe? É legal ser um calouro em filosofia na USP quando se lê o Olavo, o Pedro, os paleo e neowunders; no que vai dar? (em se falando em xeroxona...)

Postado por: besouro-verde em fevereiro 17, 2006 8:32 AM

Entendido, Sr. Lacuna. ho ho

Besouro, dê um beijo na bocadela por mim.

Postado por: Marcelo Rota em fevereiro 17, 2006 9:38 AM

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