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janeiro 21, 2006
MORREREI SEM ORGIA ÀS MARGENS DO VOLGA
Primeiro tenho que contar que Mojo morreu e, no submundo, foi recebido por -
ô.
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Internet is for pr0n. Nenhum computador, nem de desembargador (principalmente), resiste a uma busca por XXX e outras kws. Nenhum.
"Você", digo como um sargento ao destacar da fila um soldado para flexões, "você, dê-me o seu agadê para ser periciado!"
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Sou um ingênuo, um ingênuo e, mesmo se num engenho tivesse nascido e sido criado e lá passado toda a minha vida, não teria aprendido nada observando os animais. E veja que até Felicité, alma simples, un coeur simple, talvez o mais simples da história da literatura foi uma observadora atenta. Felicité, que bebia água dos charcos, assimilou a sabedoria sexual do gado.
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Eu sou aluno da Net. Um amigo meu, geekizão, borrifa a estátua de Onã com ascii. Eu não.
Não vou linkar para vocês o que aprendi com os russos. Um grupo de estudantes da Universidade Estadual de Novgorod, três de cada sexo, elas, ruivas, ruivas em flor.
"Vou morrer sem uma orgia às margens do Volga", repito isso todos os dias duas vezes por dia e, assim, cada vez mais, sossego a minha fúria contra a finitude radical do ser.
Postado por Marcelo Rota em janeiro 21, 2006 9:02 AM | concupiscíveis
Comentários
Uia, ressuscitaram o hômi.
Postado por: Glhrm em janeiro 22, 2006 10:33 PM
Estou pensando em fazer uma aparição aí na sua casa.
Postado por: Marcelo Rota em janeiro 23, 2006 12:35 AM
Demorô.
Postado por: Glhrm em janeiro 28, 2006 1:15 PM
look at me sekxamatorki cycki
Postado por: olol em fevereiro 20, 2006 4:56 AM