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novembro 24, 2005
O MUNDO É MEU CAMPO VISUAL
Primeiro, um maço
ou "carteira", alguns usam esta palavra
... um maço de cigarro com o verso virado para cima. Mostra dois cadáveres: o de um camundongo e o de uma barata. Alguém deveria ter avisado às criaturas que não se deve fumar. E, baratas, logo as baratas, que, segundo o mito, resistiriam aos efeitos da radiação de uma explosão nuclear.
O segundo e nem os próximos não descrevo pois são de caráter extremamente pessoal.
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Seis e dez da manhã. Neste momento penso em como dormir. Só consigo, entretanto, pensar em frases de efeito mongolizante. Sobre o sono:
que ele e a alba -
conhece a Alba, também conhecida como Aurora?
Pois então: o meu sono é amante da Alba, espera a sua chegada para só então entrar em ação.
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Uma metáfora tortuosa é como despertar após duas horas de sono com o telefone tocando: parece que é alguém fazendo telemarketing; depois você, entre as névoas da modorra, conclui que é a sua mãe dizendo que está grávida. Não era nada disso na verdade. Desconecta o telefone e dorme novamente. Sonha que tudo não passou de um sonho.
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Meu projeto depois de concluir este post é o de ter um sonho lúcido. Aquele em que, semi-conscientes, temos controle parcial da peça. Ao acordar, tomarei notas.
Postado por Marcelo Rota em novembro 24, 2005 3:54 AM | cigarro