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outubro 7, 2004

REALART.COM

O tédio é a ausência de morte ou de sorte, disse o primeiro rastasábio apenas porque não tinha mais nada o que dizer.

O tédio é a ausência de morangos, retrucou o segundo.

Ou de frangos, de frangos, complementou depois que notou o olhar interrogador do amigo.

Deus é a presença de ione ou de oni.

O amor é a ausência de tédio ou de dreads.

E continuaram assim ainda por mais três dias e sete noites enquanto descansavam às margens do Rio Ural.

Postado por Marcelo Rota em outubro 7, 2004 2:21 PM

Comentários

eu costumava dizer, sério, que o tédio é um destino. mas não me segurava, ria.

Postado por: jtp em outubro 7, 2004 8:11 PM

O meu tédio é um prédio, JOTEPÊ. Tem nem playground.

Postado por: Marcelo Rota em outubro 7, 2004 8:45 PM

Hahahaha
*caploft*

Postado por: Olivia em outubro 8, 2004 3:07 PM

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