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agosto 23, 2004
ALDASLDADLA
A dos Santos perdeu porque foi brasileira demais, brasileirinha, anão, negro e mulher, e amarelou, da cor da medalha que perdeu. É preciso ser pouco brasileiro para vencer, e o ideal mesmo é não ser. Como o Robert Scheidt, cujo nome dá o seu grau de brasilidade.
Dedico este post a Waldir Azevedo e Elton.
Postado por Marcelo Rota em agosto 23, 2004 4:39 PM
Comentários
Obrigado. O post não foi dedicado a mim, mas eu aceito a homenagem assim mesmo.
Já não aguëntava mais ouvir falar em "brasileirinha" desde a semana passada. Espero não estar aqui em 2008, se ainda houver mundo.
Postado por: Mercuccio em agosto 23, 2004 4:44 PM
Ih, corrija pra mim, Mercuccio. O Waldir do autor de "brasileirinho" é com ipsilone, o que diminui um pouco o grau de brasileyrice da coisa.
Postado por: Marcelo Rota em agosto 23, 2004 4:47 PM
O que é que a Daiane tem? Tem nome de iogurte, tem, de suco de manga, tem...
Mas, o viking estragou tudo. Queria que os brasileirinhos ganhassem medalhas, mas só de bronze, carradas de medalhas de bronze (cujo valor de custo não ultrapassa os três reais). Aí ninguém poderia dizer que ainda não tinha entendido.
Postado por: Elton em agosto 23, 2004 4:58 PM
Podemos dividir o ano assim: de janeiro a ontem, ufanismo descontrolado; de hoje a dezembro, série de discursos na linha de "o importante é competir", "lutadora, nos orgulhamos de você", "a verdadeira vitória é a vida" e blábláblá. Patético.
Postado por: Mercuccio em agosto 23, 2004 5:02 PM
"Mas deixa eu falar para vocês, Mercuccio e Elton, que eu acredito no Brasil: só que no über-brazil, um que está muito além da minha expectativa de vida, mas que vai se realizar quando o brasileiro deixar de ser brasileiro, e o brasil, brasil. "
Postado por: Assim falou Marcelo Rota em agosto 23, 2004 5:40 PM
Oremos.
Postado por: Elton em agosto 23, 2004 5:43 PM