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agosto 16, 2004
OLI
Gosto da natação, da feminina apenas. Apenas do momento em que as nadadoras são apresentadas e levantam as mãos para acenar para a platéia. Menos das chinesas, mais das australianas. Mais ainda das holandesas.
Não sei se já repararam, mas, para quem não, o assunto aqui é axilas. Heidegger teria dito sobre elas que é aquela parte do ser em que o jogo do desvelar-velar torna-se mais in-tenso. É isso o que fico observando nas nadadoras.
Braços são ótimos porque ampliam o raio de ação das mãos. São excelentes porque, conectados ao tronco, formam a admirada concavidade.
Era para ter escrito um daqueles poemas publicitários, tipo o MUDE da Fiat. Ou aquele que mostra o Robert Scheidt e vai dizendo coisas sobre o mar de uma maneira solene. O mar é isso, o mar é aquilo, as ondas... Mas o meu seria para comercial de desodorante, claro. Não sei como ninguém ainda descobriu o meu talento de redator publicitário. Contratem-me, vamos.
Postado por Marcelo Rota em agosto 16, 2004 4:47 PM
Comentários
Sei, sei. O que vocês blogueiros querem mesmo é trabalhar na redação do Estadão. Li isso no jornal.
Postado por: DGR em agosto 16, 2004 4:58 PM
Eu quero. Aceitaria até coisas piores.
Postado por: Marcelo Rota em agosto 17, 2004 12:11 AM
Eu prefiro as provas masculinas. Mas isso oh, so obvious. Não sei por que eu insisto em comentar.
Postado por: garota urbana em agosto 17, 2004 8:42 PM
Eu também prefiro, Garota. Não vê-las. O que também é óbvio.
E os homens, ham, raspam, né? Preocupação hidrodinâmica é coisa bem gay.
Postado por: Marcelo Rota em agosto 17, 2004 11:37 PM
Em alguns até que fica bem, não acha? No Ian Thorpe, com certeza. ;)
Postado por: garota urbana em agosto 18, 2004 12:12 PM
Não seja torpe, garota torpedo. :)
Postado por: Marcelo Rota em agosto 18, 2004 3:30 PM
;)
Postado por: garota urbana em agosto 18, 2004 6:44 PM