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julho 17, 2004
MOZART E CÉSAR,
o negócio é o seguinte: eu acho vulgar iniciar uma frase com ´o negócio é o seguinte´, coisa de ´quem chama na chincha´, típica de traficante ou de executivo de multinacional, isto em primeiro lugar.
Eu não acredito em Deus. Mas o Einstein disse que pro futuro dá pra viajar (aliás, a cada dia eu viajo durante o dia inteiro para um outro, para o futuro, o dia seguinte). Gödel disse que até pro passado dá pra ir (e eu também vou sempre, lembro de tudo o que fiz ontem). Também não acredito nem em Gödel nem em Einstein. Como diria o João Lennon, eu só acredito em Yoko e em mim. Porém, tampouco acredito em Lennon. Nem em Mcartney.
Ficou feio este post. Parece plataforma eleitoral de niilista.
Postado por Marcelo Rota em julho 17, 2004 5:52 PM
Comentários
Esse negócio de o tempo ser apenas um lugar no espaço, logo não existir tempo sem espaço, o que frustra eternamente quem quiser viajar no tempo, acho que intuí lendo Leibniz. Tem algumas coisas que eu gostaria de perguntar para Leibniz. Eu acredito em Leibniz. Espero que moremos ambos em Quaresmeiras Roxas, no futuro. Vizinhos seus, Rota.
O mozart acertou na mosca sobre a infantilidade da coisa. O último Harry Potter tem viagem no tempo. Achei uma beleza. Como diria o Millôr, vou ao cinema é para me divertir.
Postado por: César Miranda em julho 17, 2004 7:56 PM
Marcelo,
O bom de viajarmos sem destino é que nunca nos perdemos!
Abraços, flores, estrelas...
Postado por: Edson em julho 18, 2004 12:27 PM
Eu queria saber, César, como se passa o tempo na eternidade, e se ele passa.
O mais próximo que cheguei de Quaresmeiras Roxas foi quando estive a morar nos Ipês Amarelos, uma rua de Belo horizonte. Mas fica a infinitos parsecs de distância de Quaresmeiras, infelizmente.
Postado por: Marcelo Rota em julho 19, 2004 1:00 AM
Edson, se você for o sujeito do MUDE, mude e não seja mais. Caso contrário, continue.
Postado por: Marcelo Rota em julho 19, 2004 1:04 AM