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julho 14, 2004

ASDLASDADLA

Acabei de ver Farenheit 9/11. É um comercial televisivo de duas horas de duração. Só fiz isso porque me pediram. Foi uma troca: você assiste a "Da Vida das Marionetes" do Bergman comigo que eu vejo o Moore com você. Foi ruim para os dois.

Postado por Marcelo Rota em julho 14, 2004 4:00 AM

Comentários

Sim, a dupla negativa é uma constante da natureza humana... ou pelo menos acontece com mais freqüência que o necessário.

À parte isso, afirmo, engasgando, que não só MM é um grande cineasta, como deu um soco no estômago dos detratores ao permitir o download de sua última obra. E é também um grande marketeiro; pena que me entedia.

Já sobre o aniversariante, prefiro não comentar, pois tentou me matar em fins de 1976*, a birra vem de longe.

(*) é verdade**
(**) por outro lado, vários amigos meus desistiram*** do suicídio por ficarem enojados com a figura da morte em o Sétimo Selo
(***) triste mentira

Postado por: mozart, o ceifeiro, jogando amarelinha em julho 14, 2004 11:26 AM

Talvez o filme de Moore não tenha a vitalidade dos filmes anteriores mas, temos que levar em conta que a guerra da propaganda por corações e mentes que hoje é travada exige ataques e contra- ataques sem piedade. Se o filme fizer Moore rico e ajudar a derrota de Georgie Boy, tanto melhor.

Se atentarmos para a Halliburton, na qual trabalhava Uncle Cheney, a mesma estava para ser rebaixada pelas agências de classificação antes do início do do mandato de Bush. Pois é, no ano passado, a mesma Halliburton faturou três bilhões de dólares; teve inclusive que devolver dinheiro por serviços que não entregou. Donde se deduz que a roubalheira, fenômeno muito conhecido dos latino- americanos, se instiucionalizou nos EUAhhhh!

Postado por: ivan pedro em julho 14, 2004 12:05 PM

Se aqui em casa tiver esse tipo de chantagem, eu peço o divórcio. Ninguém me tira o controle remoto! Realmente, pobre dos dois!

Postado por: César Miranda em julho 14, 2004 2:20 PM

Eu sou um bergmaniano assumido, mas não contem para ninguém.

Além da hipérbole, o Moore usa muitas antíteses no seu filme, figuras de linguagem típicas da propaganda.

Postado por: Marcelo Rota em julho 14, 2004 2:39 PM

Pô, mozart: da Trollflöjten até a minha filha gosta. A gente inclusive faz o dueto papageno-papagena. Em alemão, não em sueco.

Postado por: Marcelo Rota em julho 14, 2004 2:44 PM

César, você ainda está em trânsito? Quando voltar, fica a sugestão para o cônjuge: "Cenas de um Casamento".

Postado por: Marcelo Rota em julho 14, 2004 2:50 PM

Ivan,

Os argumentos do Moore são todos do gênero orkutiano: O Bush é amigo do amigo do amigo do amigo do Osama.

Postado por: Marcelo Rota em julho 14, 2004 2:53 PM

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